terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O Brasil no tempo do Dom Bunda


A História Oficial não conta, mas há vários relatos verídicos e esdrúxulos sobre certas figuras brasileiras, tidas como homens íntegros, polidos e probos acima de qualquer suspeita. São comportamentos mesquinhos e dignos de reprovação de qualquer cidadão de bem.

Um desses Vultos da História do Brasil, Dom João VI, o pai de Dom Pedro I, chegou ao Brasil fugindo de forma covarde de Napoleão, abandonando seu povo em Portugal a Deus dará. Quando o monarca desembarcou no Rio de Janeiro vinha acompanhado de sua Corte que era constituída de toda sorte de burocratas, nobres, áulicos e puxa-sacos em geral. No meio desse povo existia uma categoria de funcionários à parte e pouco convencionais. Servidores dedicados que tinham função garantida junto à Corte, e até recebiam títulos de nobreza. Estes eram os responsáveis pelo bem-estar do Rei e de sua família.

Dom João VI tinha o costume de passear nos fins de tarde sempre acompanhado por uma legião de serviçais dedicados e prontos a realizar qualquer desejo do Rei. Conta-se que o Monarca era dado a comilanças e o tempero dos trópicos não lhe fazia bem, deixando-o sempre com frequentes caganeiras reais. Por esse motivo era comum em tais passeios, levar o penico real e uma armação composta de um tripé que servia de um vaso sanitário.


Quando o Monarca sentia o estômago embrulhar, emitia Ordens Reais para que a comitiva parasse. El Rei ia cagar. Um serviçal dedicado tinha o dever real de desabotoar as calças do Rei e de baixá-las para que Dom João, que era muito gordo, pudesse ali mesmo fazer suas necessidades. Cagava ali mesmo na presença de todos, até de mulheres, crianças e convidados. Depois um funcionário especializado limpava a bunda real daquele ofegante monarca.

Esse ritual do penico muitas vezes ocorria também quando o Rei despachava em seu gabinete no Palácio São Cristóvão, sendo notórios os testemunhos de diplomatas estrangeiros que escreviam a seus países relatando a passagem daqueles vasos cheios de merda real, com o odor nauseabundo característico. Só não havia um serviçal para o banho, pois era notório que isso Dom João, El Rei, nunca fazia, nos treze anos em que viveu no Brasil.

O costumeiro passeio real continuava, até que a hora da fome chegasse. Novamente nova Ordem Real para que o cortejo parasse para que ele solicitasse sua merenda predileta: frango assado.

Conta-se ainda que por causa da fome constante do Rei, ele costumava levar pedaços de frango assado nos bolsos de seu casaco real que eram devorados a qualquer momento. Dom João VI abominava ter que lavar as mãos antes de comer os apetitoso pedaços de frango, mesmo depois de momentos antes, ele ter cagado no penico real.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

A MENINA

Um homem estava sentado no banco da praça, absorto com o seu jornal, que nem se deu conta daquela mulher que se aproximava dele, c...